Se eu disse que nunca te quis
E que nunca te amei
Foi tudo mentira
Tenho medo de abrir meu coração
E escapar dessa profunda escuridão
Mas não consigo me imaginar
Se eu te perder algum dia
Me escondo e me afasto de você
Quando eu mais queria era me entregar
Eu finjo, digo coisas que não sou
E por dentro sou o inverso
Mas a verdade que é não paro de te querer
E já é tarde, não consigo te esquecer
Está na hora de aceitar que não posso mais viver sem ter você
Com essa mistura
De dizer que não te amo
Dizendo que não te quero
Escondendo a verdade
Maquiando a realidade
Mas chega de viver fugindo
Não posso correr do meu coração
Eu sei que te amo
Cansei dessas mentiras
Repreender o meu desejo
Meu amor, meu futuro
Preciso de seu beijo
Então agora me entrego
Faça o que quiser de mim
Só quero estar contigo até o fim
Nada mais vai separar nossas vidas
Nada mais de emoções perdidas
Chega de falsas canções
Sinto tantas saudades
Mas você sente falta de mim?
Só espero você dizer que sim
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
domingo, 10 de agosto de 2008
Poema de despedida
Para todos aqueles que ficam, por todos que sempre tentaram me ajudar e por aquelas que são importantes para mim. Pode até não ser justo citar nomes, mas eu acho importante dar valor individual para cada pessoa, já que em mim vive cada um de vocês: Marina (niih-sama), Mariana (Mary ~ punk rock princess), Larissa (princesa), Bárbara (bebe), Michelle (mommy Tot), Juliana, Alessandro (Meta), Giselle, Natália (estrelinha), Bianca (bi-sama), Anamaria (*esmaga*), May (mommy may? XD), Jhohann (benzinho), Maurício (red), Danilo (dan), Thaís ("irmãzinha", na verdade são 2, mas as duas são :x), Aline (Line <3), Ramiro (maninho).
Poema de despedida
Você sempre foi mais do que eu quis
Um espelho distorcido
Muito mais que uma ilusão
Um caminho para ser feliz
O tempo não pode apagar nossas memórias
Em meu peito escrevo nossas histórias
Quanto tempo passou?
Fico perdido nas lembranças que você me deixou
Para você te desejo sorte
Mesmo que a dor seja forte
Algum caminho a vida vai te dar
Você sempre terá alguém para chamar
E alguém para sorrir
Por mais que a gente caminhe sem direção
Há sempre de haver uma solução
Um ponto em nossas vidas
Para a gente se encontrar
Com meus olhos fechados
Estou tentando te ver
Pode até ser difícil
Mas não paro de tentar
Nem pensarei conseguir esquecer
Você me fez sonhar
Que um dia eu estarei aí
E que nunca é tarde para voltar
Espero que para você
Eu não seja apenas mais um
Pois quando os seus olhos chamarem por mim
O fogo acende o que você deixou em mim
Não aprendi a disfarçar
Que não sinto a falta de você
Espero por fim o meu regressar
Me espelhar novamente em seu olhar
//////////////////////////////////////////////////
Deixo também uma música pra cada um de vocês pra esse momento, alguns de vocês já devem ter, mas eu deixo o link da música aqui.
Marina: BoA - Meri Kuri ~ Letra (Tradução)
Mariana: Level Nine - Nossa voz
Larissa: Ramirez - Sophia
Bárbara: Display - Sentimento algum
Michelle: Tsuyoshi Domoto - Kore dake no hi wo matai de kita no dakara
Juliana: KAT-TUN - Ai no Hana
Alessandro: Dinho Ouro Preto - Marciano invade a Terra
Giselle: Drive - Tem coisas
Natália: UnderLine - Aonde eu vou
Bianca: Udora - Tão perfeito
Anamaria: Yamashita Tomohisa - Gomen ne Juliet
May: Emo. - Encontro de cometas ~ Letra (sei que você não vai ter tempo pra baixar)
Jhohann: Groove Coverage - God is a Girl
Maurício: Drive - Cada vez mais só
Danilo: Kinki Kids - Misty
Thaís ~ Moonie: NEWS - Bambina
Thaís: NEWS - Lady Spider
Aline: Kinki Kids - -so young blues-
Ramiro: Chuck Berry - Johnny B. Good
Poema de despedida
Você sempre foi mais do que eu quis
Um espelho distorcido
Muito mais que uma ilusão
Um caminho para ser feliz
O tempo não pode apagar nossas memórias
Em meu peito escrevo nossas histórias
Quanto tempo passou?
Fico perdido nas lembranças que você me deixou
Para você te desejo sorte
Mesmo que a dor seja forte
Algum caminho a vida vai te dar
Você sempre terá alguém para chamar
E alguém para sorrir
Por mais que a gente caminhe sem direção
Há sempre de haver uma solução
Um ponto em nossas vidas
Para a gente se encontrar
Com meus olhos fechados
Estou tentando te ver
Pode até ser difícil
Mas não paro de tentar
Nem pensarei conseguir esquecer
Você me fez sonhar
Que um dia eu estarei aí
E que nunca é tarde para voltar
Espero que para você
Eu não seja apenas mais um
Pois quando os seus olhos chamarem por mim
O fogo acende o que você deixou em mim
Não aprendi a disfarçar
Que não sinto a falta de você
Espero por fim o meu regressar
Me espelhar novamente em seu olhar
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Deixo também uma música pra cada um de vocês pra esse momento, alguns de vocês já devem ter, mas eu deixo o link da música aqui.
Marina: BoA - Meri Kuri ~ Letra (Tradução)
Mariana: Level Nine - Nossa voz
Larissa: Ramirez - Sophia
Bárbara: Display - Sentimento algum
Michelle: Tsuyoshi Domoto - Kore dake no hi wo matai de kita no dakara
Juliana: KAT-TUN - Ai no Hana
Alessandro: Dinho Ouro Preto - Marciano invade a Terra
Giselle: Drive - Tem coisas
Natália: UnderLine - Aonde eu vou
Bianca: Udora - Tão perfeito
Anamaria: Yamashita Tomohisa - Gomen ne Juliet
May: Emo. - Encontro de cometas ~ Letra (sei que você não vai ter tempo pra baixar)
Jhohann: Groove Coverage - God is a Girl
Maurício: Drive - Cada vez mais só
Danilo: Kinki Kids - Misty
Thaís ~ Moonie: NEWS - Bambina
Thaís: NEWS - Lady Spider
Aline: Kinki Kids - -so young blues-
Ramiro: Chuck Berry - Johnny B. Good
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
~
Uma pele branquinha que se escondia do sol debaixo de uma sombrinha, a sua vista parecia tão perdida, seus olhos pareciam que nunca encontrariam os meus. Ela molhava seus lábios de forma tão inocente, mas que deixavam a marca de uma provocação.
Encostei num muro, onde pudia encontrar um refúgio do dia ensolarado e observar aquela pequena donzela, meus olhos estavam tão fixados nela que mal pudia tirar as mãos do bolso de minha calça, não sei como ela não me percebeu.
Uma ventania se aproximou e arrancou suavemente a sombrinha das mãos dela, ela tentou recuperar, mas em vão quando chegou na beira do lago.
Calmamente, observando a cena, fui atrás. Cheguei perto dela, mas que perfume suave, era como estar num campo florido em plena primavera, perguntei:
- Algum problema?
- Minha sombrinha - ela respondeu aflita, apontando na direção da sombrinha.
Calmamente entrei na água e peguei o objeto, balancei para retirar o excesso de água e entreguei nas mãos daquela donzela, nossas mãos se tocaram por um breve momento, mas o suficiente para me despertar algo dentro de mim.
- O senhor está bem? - perguntou preocupada tocando mais minha mão.
- Desculpe, está tudo bem, apenas me distraí. - com um pequeno sorriso sem graça respondi.
Ela abriu novamente a sua sombrinha e foi caminhando, apenas me virei e segui a direção oposta, ela poderia achar que eu estava a seguindo, embora tenha sido o meu desejo na hora.
-------------------------------------
No dia seguinte passei pelo mesmo local com a esperança de encontrá-la, porém foi em vão, passei metade do dia e nem sinal da garota. Me virei para trás quando aquela pequena boneca estava logo atrás de mim, quando ela havia chegado?
Com um leve sorriso ela me cumprimentou:
- Boa tarde, senhor. Gostaria de te agradecer por ontem, poderia me acompanhar para um chá?
- Se não for incomodo, gostaria sim. - e como eu gostaria.
Acompanhei-a até sua casa, era uma casa grande, parecia como uma mansão. Entretanto, quando entrei era como se fosse bem antiga, parecia que tinha sido esquecida no tempo.
Tomando o chá ela se apresentou, seu nome era Violet, ela contou que vivia sozinha, pois seus pais e seu irmão morreram num acidente, mas ela não quis dar mais detalhes sobre isso, respeitei o seu silêncio por ver sua cara de tristeza.
Ela se levantou com o bule, dizendo que iria trazer mais chá, porém se descuidou e deixou-o cair, pediu desculpas e se abaixou para recolher os cacos. No último pedaço ela se cortou, uma reação quase que imediata se revelou em seus olhos, como se uma catástrofe tivesse acontecido.
- Está tudo bem? - preocupado me ajoelhei junto à ela.
- Sim, está. - não parecia, pois estava com uma cara de agonia.
Num movimento suave peguei seu dedo e dei um beijo, chupando o seu sangue para não infeccionar. Violet me olhou fixamente, porém, envergonhada, virou o seu rosto. Fui com ela até a cozinha, onde ajudei-a fazer um curativo.
Já estava tarde, e isso Violet fez questão de avisar, estranhei tal comportamento, mas não poderia me aproveitar de sua bondade e resolvi voltar para casa.
-------------------------------------
Eu estava nesta pequena cidade do interior apenas por passeio, meus pais mandaram eu ajudar a minha vó, mas não havia muito o que fazer. Perguntei para minha vó se ela sabia de algo da casa enorme que ficava perto do lago, sem citar a pequena donzela, ela me contou uma história um tanto quanto curiosa.
- Meu neto, aquela casa tem uma história meio triste. Ela costumava abrigar uma família muito conhecida por aqui, era um casal com seu casal de filhos, pareciam ser felizes. No entanto, boatos diziam que uma sobrinha por parte da senhora se hospedou na casa, parecia que sua irmã passava por um aperto financeiro e seria despejada de sua casa, por isso pediu para que a senhora cuidasse de sua filha. Ninguém nunca viu o rosto da garota hospedada e a família não dizia nada sobre o assunto, até que um dia a casa se incendiou, ninguém soube se era acidente ou não, todos acabaram morrendo, mas apenas encontraram os corpos do casal e seus filhos, então acharam que não havia mesmo a tal sobrinha.
Em meus pensamentos eu imaginava se a sobrinha seria a Violet, mesmo sendo pouco provável eu perguntei:
- Faz quanto tempo que isto aconteceu?
- Há muito tempo, devem fazer uns 50 anos.
Com certeza não era Violet, ela aparentava ter uns 16 anos no máximo. Assim minha vó continuou a história.
- Foi reconstruída uma nova casa após o incêndio, uma nova família foi morar lá e começaram a acontecer vários fatos estranhos. O porão daquela casa era debaixo da terra, ela não foi reconstruída após o incêndio, já que não parecia ter sofrido danos, foi praticamente esquecida, ninguém a usava. Diziam que podiam ouvir gritos e passos no porão, por várias vezes pessoas foram lá dentro para ver se havia algo, mas nada encontravam. Então um dia um filho sumiu sem deixar vestígios, a vizinhança e policiais criaram grupos de busca por toda a cidade e redondezas, mas tudo em vão. A família muito triste saiu da cidada e foi morar em outro lugar e desde então a casa está abandonada.
Abandonada? Muito estranho, Violet mora lá, será que ela não sabia que outra pessoa morava lá? Bom, minha vó parecia cansada e preparei um chá para ela e deixei-a descansar. Estava com muitas dúvidas pairando e resolvi procurar Violet.
Fui até o casarão, como não havia campainha, bati palmas, mas parecia que ela não estava lá e como já estava no fim de tarde, resolvi voltar. Quando botei os pés na estrada, uma mão segurou minha camisa por trás, levei um susto e por reflexo virei rapidamente, era Violet, que por instinto por eu ter me aproximado demais botou as mãos em meu peito.
- B-boa tarde, senhor Christian.
- Boa tarde, não precisa me chamar de senhor. - botei a mão atrás da cabeça, envergonhado.
Ela passou as mãos para atrás de mim e me abraçou, fiquei sem entender nada e também sem graça com aquilo.
- Me desculpe. - Violet escondeu o rosto.
- Tudo bem, pode me chamar de senhor se você quiser.
- Não é por isso... - com uma voz de choro, ela apertou mais o abraço.
- Então o que foi? Fiz algo de errado?
- Não é com você, na verdade... Não é nada, me desculpe.
Violet saiu correndo para casa e fiquei sem entender nada, mas deixei-a ir e caminhei pensativo pela estrada e parei por um riacho, dava para ver os vagalumes naquela noite quente de verão. Fiquei parado observando, até que meus olhos se acostumaram com a escuridão e pude ver a imagem de alguém do outro lado do riacho, por um momento achei que era Violet, esfreguei os olhos na tentativa de ver melhor, porém quando tentei observar novamente não encontrei nada, achei que estava ficando maluco e resolvi voltar logo para casa.
-------------------------------------
Durante a madrugada ouvi um barulho em minha janela que me acordou, entre as cortinas eu vi Violet lá fora e fui encontrá-la. Estranhei, como ela sabia onde eu morava e que aquele lá era o meu quarto? Mas no momento era o que menos me incomodava, queria saber o motivo dela ter vindo a aquela hora da noite.
- Violet, aconteceu algo?
Ela ainda estava afastada, fui me aproximando aos poucos e pude ver seu semblante triste, parecia apavorada.
- Aconteceu... Acontece... Sempre acontece... Achei que você poderia me ajudar. - ela se ajoelhou na grama.
Pouco a pouco ela foi se recompondo e começou a explicar:
- Eu sei que você vai me achar uma louca e que é muito repentino, mas eu preciso contar, já que só você consegue me ver desse jeito.
Só eu consigo vê-la daquele jeito? Mas que jeito? Eu estava muito confuso, mas apenas me ajoelhei junto a ela para escutá-la.
- Tenho quase certeza que você não vai acreditar, mas vivi minha infância em um castelo no caos da Idade Média, meu pai era um senhor feudal, era uma vida tranqüila. Nessa época eu era apenas uma humana comum até que fiz 16 anos, comecei a sentir uma vontade inesplicável de sentir o gosto de carne humana, meu pai percebeu e usava alguns servos para me saciar.
Não conseguia parar de prestar atenção nela, por mais absurda que fosse a história, estava fixado em suas palavras.
- Era uma época de caça às bruxas, boatos correram e eu tive que fugir sozinha, meus pais com a tentativa de me proteger foram mortos e queimados junto com todo o feudo. Desde então eu tenho vagado de lugar em lugar, pois seria muito fácil perceber que eu não envelhecia e de anos em anos eu precisava saciar minha vontade. Os primeiros anos foram difíceis, tive que aprender a me virar sozinha, mas aos poucos fui aprendendo a lidar com as situações.
Senti dó dela, ajeitei seu cabelo e me aproximei mais dela, fazendo-a encostar eu meu ombro.
- Até que encontrei este lugar e por algum motivo as pessoas daqui pareciam não se importar com a minha presença, é como se eu fosse invisível, mas aqui vivia uma família de bruxos que me aprisionaram dentro de sua casa, em uma sala escondida dentro do porão, não vi a luz do sol por alguns anos. Até que um dia por algum motivo eles foram embora e queimaram a casa, me deixando esquecida, aí então conquistei minha liberdade e as pessoas da cidade ainda não conseguiam me ver e finalmente encontrei você... Ou você me encontrou, né? Mas o problema é que estou na época em que preciso me saciar antes que eu me descontrole...
Aquele tom sombrio me deixou hipnotizado, não sei o por quê, mas eu sentia uma atração por tudo aquilo, talvez por viver tanto em uma monotonia, era como estar em um livro. Ali mesmo, deitei-a na grama e beijei seu pescoço, ela não relutou, parecia em êxtase, parei por um momento para observar seus olhos, que pareciam querer me conquistar, não me contive e beijei sua boca suavemente e logo o beijo foi se tornando mais agressivo, apaixonado. Eu virei, fazendo com que Violet estivesse por cima de mim, ela passou sua pequena língua no meu pescoço, devagar aproximou seus lábios nele, senti seus dentes perfurarem a minha pele, mas de uma forma suave, chegava a ser excitante.
Os primeiros raios de sol começaram a aparecer, não havia reparado que passara tanto tempo assim, minha vó estava prestes a acordar e eu tinha que voltar, prometi reencontrá-la mais tarde, dei suave beijo em Violet e olhei ela se afastar até perdê-la de vista, então voltei para meu quarto.
-------------------------------------
Depois do almoço fui até a mansão de Violet, ela estava sentada na cadeira de descanso na varanda, como se estivesse me esperando, cheguei perto ao seu lado, mas ela não demonstrou nenhuma reação e eu não sabia o que dizer. De repente ela agarra o meu braço com uma mão, levei um enorme susto, ela riu da minha cara como se estivesse pregado uma peça:
- Hahaha, você devia ter visto a sua cara!
Me aliviei, nossa pareceu que meu coração ia sair pela boca com o susto, me ajoelhei ao lado da cadeira e beijei sua mão e segurei-a firmemente. Ela ficou em silêncio e abriu um doce sorriso para mim, acho que não tinha mais jeito, ela havia me dominado. Entretanto a paz momentânea passou, um suspiro antecedeu antes dela começar a falar:
- Christian, aquela história de ontem... Eu realmente preciso comer carne humana, mas certa parte de mim não me permite isso, é como se eu sentisse nojo de mim mesma fazendo tal ato, mas se eu continuar assim é inevitável eu começar a atacar as pessoas.
Fiquei pensativo, eu tinha que ajudá-la, afaguei Violet, tentei tranqüilizá-la e disse que eu daria um jeito nisso. Com isso passei o resto do dia com ela entre carinhos e carícias, mas tive que voltar para casa, minha vó deveria estar preocupada.
Em casa vi no jornal que um assassino estava atacando mulheres na cidade e logo me lembrei de Violet, se ela precisa se alimentar, que pelo menos seja com pessoas que devem mesmo morrer. Durante a madrugada peguei um revolver do meu falecido avô e sai escondido de casa, andei boa parte da noite procurando alguém suspeito, mas não encontrei.
Já estava amanhecendo quando vi um homem entrando nos fundos de uma casa, corri atrás dele e ele logo percebeu e saiu correndo. Consegui alcançá-lo pulando em suas costas e derrubando-o, ele pegou sua faca e apontou-a para mim, quando o suspeito avançou, consegui me esquivar e derrubá-lo novamente, fazendo-o perder sua faca, peguei o revolver e usei para bater em sua cabeça, ele desmaiou.
Peguei o homem e levei até a mansão, Violet se assustou, expliquei rapidamente à ela e ela me ajudou a colocá-lo no porão, prendemos ele numa cadeira que havia lá.
- Vi ele tentando entrar em uma casa quando estava amanhecendo, deve ser um tipo de assaltante e pensei que não deveria ser problema usar ele.
- Eu não pedi a sua ajuda, ele deve ter uma família, alguém que deve estar esperando ele! - ela respondeu relutante.
- Mas é um homem que certamente não presta, se ele fosse um homem de bem não iria atacar outras pessoas. Além de que você precisa se alimentar para evitar o pior...
Ela não tinha mais argumentos e resolveu aceitar, mesmo não querendo. Pedi para que ela saísse um pouco do porão, quando ela saiu eu peguei um pano e coloquei sobre a cabeça do homem e disparei com o revolver. Chamei Violet, ela disse que estava com vergonha e pediu para que eu esperasse fora do porão, aceitei e saí. Por algum estranho sentimento, sentia um certo ciúmes, mas era para o bem dela.
Horas depois ela saiu com a boca suja de sangue e um saco nas mãos com os restos do homem, já esperava por isso e a aguardava com um pano molhado para limpá-la, mas ela disse que iria tomar um banho e insisti em ajudá-la a se limpar. Fomos até o banheiro, havia uma banheira enorme, ela parecia me provocar, tirou seus sapatos e meias de costas para mim e olhou para mim colocando seu queixo próximo ao ombro como se me convidasse para ajudá-la tirar o vestido cor de champagne sujo de sangue, assim obedeci e ajudei-a tirar, estava apenas de cinta liga e sutiã, cor de champagne também.
Violet se virou com aquele pequeno sorriso encantador, seu corpo era como de uma manequim, a pele era como seda, tudo em proporções certas, um exemplo de perfeição para mim. Eu estava com medo de apressar as coisas, mas ela pediu para que eu tirasse seu sutiã e a cinta-liga, com receio eu acabei tirando, sem me aproveitar da situação, ela entrou na banheira e me agaixei perto da banheira, ajudando-a a limpar seu rosto angelical coberto de sangue.
De repente Violet pegou uma mão minha e beijou-a, deslizou até seus seios, que sensação senti, cheguei a tremer, mas com uma expressão triste disse:
- Aqui deveria bater um coração...
- Mas seu coração bate em mim e eu não preciso de mais nada.
Beijei-a ardentemente, não conseguia parar, meus pensamentos eram só dela, ela foi me puxando e acabei entrando na banheira de roupa, mas nem liguei, apenas precisava sentí-la naquele momento. Aos poucos fui me livrando de cada peça de minha roupa, até que fiquei nu e pude sentir seu corpo totalmente, era como se eu estivesse flutuando em uma nuvem. Comecei a acariciar seu pescoço, mas logo deslizei para os seios, desejava apalpá-la por inteiro, me ajeitei e fiquei sentado ao lado dela, pude saborear seus mamilos enquanto ouvia sua respiração ofegante.
Minhas mãos passeavam em sua cintura e pernas, até que pude sentir sua feminilidade, massageava suavemente enquanto beijava sua boca, duelando com sua língua, suas mãos passeavam pelas minhas costas me arranhando. Éramos como um só, cada vez mais ela juntava seu corpo ao meu, funcionávamos como uma orquestra em perfeita sintonia. Resolvemos sair da banheira por estarmos muito tempo lá, enxuguei seu corpo esguio e me enxuguei, peguei minha donzela nos braços e levei-a até a cama, onde a coloquei suavemente e dei um breve beijo como se fosse uma provocação.
Fiquei dando breves beijos em seus pés, pernas até chegar em sua feminilidade, incrível como tudo nela era lindo, comecei a beijá-la e lambê-la suavemente, ela tentava fechar suas pernas como reflexo da excitação e segurava meu cabelo fortemente, enquanto isso eu alisava suas pernas, barriga e seios até que ela suspirou:
- Te desejo, vem pra mim.
Seu rosto corado e sua respiração me deixavam mais apaixonado por ela, encostei meus lábios nos dela e ela começou me beijar de modo que quisesse sentir seu próprio sabor. Aos poucos fui penetrando Violet, seus gemidos me deixavam mais excitado, o tempo parecia parado, nós estávamos completamente em êxtase e nosso fogo apenas cessou quando já era tarde da noite.
Encostei num muro, onde pudia encontrar um refúgio do dia ensolarado e observar aquela pequena donzela, meus olhos estavam tão fixados nela que mal pudia tirar as mãos do bolso de minha calça, não sei como ela não me percebeu.
Uma ventania se aproximou e arrancou suavemente a sombrinha das mãos dela, ela tentou recuperar, mas em vão quando chegou na beira do lago.
Calmamente, observando a cena, fui atrás. Cheguei perto dela, mas que perfume suave, era como estar num campo florido em plena primavera, perguntei:
- Algum problema?
- Minha sombrinha - ela respondeu aflita, apontando na direção da sombrinha.
Calmamente entrei na água e peguei o objeto, balancei para retirar o excesso de água e entreguei nas mãos daquela donzela, nossas mãos se tocaram por um breve momento, mas o suficiente para me despertar algo dentro de mim.
- O senhor está bem? - perguntou preocupada tocando mais minha mão.
- Desculpe, está tudo bem, apenas me distraí. - com um pequeno sorriso sem graça respondi.
Ela abriu novamente a sua sombrinha e foi caminhando, apenas me virei e segui a direção oposta, ela poderia achar que eu estava a seguindo, embora tenha sido o meu desejo na hora.
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No dia seguinte passei pelo mesmo local com a esperança de encontrá-la, porém foi em vão, passei metade do dia e nem sinal da garota. Me virei para trás quando aquela pequena boneca estava logo atrás de mim, quando ela havia chegado?
Com um leve sorriso ela me cumprimentou:
- Boa tarde, senhor. Gostaria de te agradecer por ontem, poderia me acompanhar para um chá?
- Se não for incomodo, gostaria sim. - e como eu gostaria.
Acompanhei-a até sua casa, era uma casa grande, parecia como uma mansão. Entretanto, quando entrei era como se fosse bem antiga, parecia que tinha sido esquecida no tempo.
Tomando o chá ela se apresentou, seu nome era Violet, ela contou que vivia sozinha, pois seus pais e seu irmão morreram num acidente, mas ela não quis dar mais detalhes sobre isso, respeitei o seu silêncio por ver sua cara de tristeza.
Ela se levantou com o bule, dizendo que iria trazer mais chá, porém se descuidou e deixou-o cair, pediu desculpas e se abaixou para recolher os cacos. No último pedaço ela se cortou, uma reação quase que imediata se revelou em seus olhos, como se uma catástrofe tivesse acontecido.
- Está tudo bem? - preocupado me ajoelhei junto à ela.
- Sim, está. - não parecia, pois estava com uma cara de agonia.
Num movimento suave peguei seu dedo e dei um beijo, chupando o seu sangue para não infeccionar. Violet me olhou fixamente, porém, envergonhada, virou o seu rosto. Fui com ela até a cozinha, onde ajudei-a fazer um curativo.
Já estava tarde, e isso Violet fez questão de avisar, estranhei tal comportamento, mas não poderia me aproveitar de sua bondade e resolvi voltar para casa.
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Eu estava nesta pequena cidade do interior apenas por passeio, meus pais mandaram eu ajudar a minha vó, mas não havia muito o que fazer. Perguntei para minha vó se ela sabia de algo da casa enorme que ficava perto do lago, sem citar a pequena donzela, ela me contou uma história um tanto quanto curiosa.
- Meu neto, aquela casa tem uma história meio triste. Ela costumava abrigar uma família muito conhecida por aqui, era um casal com seu casal de filhos, pareciam ser felizes. No entanto, boatos diziam que uma sobrinha por parte da senhora se hospedou na casa, parecia que sua irmã passava por um aperto financeiro e seria despejada de sua casa, por isso pediu para que a senhora cuidasse de sua filha. Ninguém nunca viu o rosto da garota hospedada e a família não dizia nada sobre o assunto, até que um dia a casa se incendiou, ninguém soube se era acidente ou não, todos acabaram morrendo, mas apenas encontraram os corpos do casal e seus filhos, então acharam que não havia mesmo a tal sobrinha.
Em meus pensamentos eu imaginava se a sobrinha seria a Violet, mesmo sendo pouco provável eu perguntei:
- Faz quanto tempo que isto aconteceu?
- Há muito tempo, devem fazer uns 50 anos.
Com certeza não era Violet, ela aparentava ter uns 16 anos no máximo. Assim minha vó continuou a história.
- Foi reconstruída uma nova casa após o incêndio, uma nova família foi morar lá e começaram a acontecer vários fatos estranhos. O porão daquela casa era debaixo da terra, ela não foi reconstruída após o incêndio, já que não parecia ter sofrido danos, foi praticamente esquecida, ninguém a usava. Diziam que podiam ouvir gritos e passos no porão, por várias vezes pessoas foram lá dentro para ver se havia algo, mas nada encontravam. Então um dia um filho sumiu sem deixar vestígios, a vizinhança e policiais criaram grupos de busca por toda a cidade e redondezas, mas tudo em vão. A família muito triste saiu da cidada e foi morar em outro lugar e desde então a casa está abandonada.
Abandonada? Muito estranho, Violet mora lá, será que ela não sabia que outra pessoa morava lá? Bom, minha vó parecia cansada e preparei um chá para ela e deixei-a descansar. Estava com muitas dúvidas pairando e resolvi procurar Violet.
Fui até o casarão, como não havia campainha, bati palmas, mas parecia que ela não estava lá e como já estava no fim de tarde, resolvi voltar. Quando botei os pés na estrada, uma mão segurou minha camisa por trás, levei um susto e por reflexo virei rapidamente, era Violet, que por instinto por eu ter me aproximado demais botou as mãos em meu peito.
- B-boa tarde, senhor Christian.
- Boa tarde, não precisa me chamar de senhor. - botei a mão atrás da cabeça, envergonhado.
Ela passou as mãos para atrás de mim e me abraçou, fiquei sem entender nada e também sem graça com aquilo.
- Me desculpe. - Violet escondeu o rosto.
- Tudo bem, pode me chamar de senhor se você quiser.
- Não é por isso... - com uma voz de choro, ela apertou mais o abraço.
- Então o que foi? Fiz algo de errado?
- Não é com você, na verdade... Não é nada, me desculpe.
Violet saiu correndo para casa e fiquei sem entender nada, mas deixei-a ir e caminhei pensativo pela estrada e parei por um riacho, dava para ver os vagalumes naquela noite quente de verão. Fiquei parado observando, até que meus olhos se acostumaram com a escuridão e pude ver a imagem de alguém do outro lado do riacho, por um momento achei que era Violet, esfreguei os olhos na tentativa de ver melhor, porém quando tentei observar novamente não encontrei nada, achei que estava ficando maluco e resolvi voltar logo para casa.
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Durante a madrugada ouvi um barulho em minha janela que me acordou, entre as cortinas eu vi Violet lá fora e fui encontrá-la. Estranhei, como ela sabia onde eu morava e que aquele lá era o meu quarto? Mas no momento era o que menos me incomodava, queria saber o motivo dela ter vindo a aquela hora da noite.
- Violet, aconteceu algo?
Ela ainda estava afastada, fui me aproximando aos poucos e pude ver seu semblante triste, parecia apavorada.
- Aconteceu... Acontece... Sempre acontece... Achei que você poderia me ajudar. - ela se ajoelhou na grama.
Pouco a pouco ela foi se recompondo e começou a explicar:
- Eu sei que você vai me achar uma louca e que é muito repentino, mas eu preciso contar, já que só você consegue me ver desse jeito.
Só eu consigo vê-la daquele jeito? Mas que jeito? Eu estava muito confuso, mas apenas me ajoelhei junto a ela para escutá-la.
- Tenho quase certeza que você não vai acreditar, mas vivi minha infância em um castelo no caos da Idade Média, meu pai era um senhor feudal, era uma vida tranqüila. Nessa época eu era apenas uma humana comum até que fiz 16 anos, comecei a sentir uma vontade inesplicável de sentir o gosto de carne humana, meu pai percebeu e usava alguns servos para me saciar.
Não conseguia parar de prestar atenção nela, por mais absurda que fosse a história, estava fixado em suas palavras.
- Era uma época de caça às bruxas, boatos correram e eu tive que fugir sozinha, meus pais com a tentativa de me proteger foram mortos e queimados junto com todo o feudo. Desde então eu tenho vagado de lugar em lugar, pois seria muito fácil perceber que eu não envelhecia e de anos em anos eu precisava saciar minha vontade. Os primeiros anos foram difíceis, tive que aprender a me virar sozinha, mas aos poucos fui aprendendo a lidar com as situações.
Senti dó dela, ajeitei seu cabelo e me aproximei mais dela, fazendo-a encostar eu meu ombro.
- Até que encontrei este lugar e por algum motivo as pessoas daqui pareciam não se importar com a minha presença, é como se eu fosse invisível, mas aqui vivia uma família de bruxos que me aprisionaram dentro de sua casa, em uma sala escondida dentro do porão, não vi a luz do sol por alguns anos. Até que um dia por algum motivo eles foram embora e queimaram a casa, me deixando esquecida, aí então conquistei minha liberdade e as pessoas da cidade ainda não conseguiam me ver e finalmente encontrei você... Ou você me encontrou, né? Mas o problema é que estou na época em que preciso me saciar antes que eu me descontrole...
Aquele tom sombrio me deixou hipnotizado, não sei o por quê, mas eu sentia uma atração por tudo aquilo, talvez por viver tanto em uma monotonia, era como estar em um livro. Ali mesmo, deitei-a na grama e beijei seu pescoço, ela não relutou, parecia em êxtase, parei por um momento para observar seus olhos, que pareciam querer me conquistar, não me contive e beijei sua boca suavemente e logo o beijo foi se tornando mais agressivo, apaixonado. Eu virei, fazendo com que Violet estivesse por cima de mim, ela passou sua pequena língua no meu pescoço, devagar aproximou seus lábios nele, senti seus dentes perfurarem a minha pele, mas de uma forma suave, chegava a ser excitante.
Os primeiros raios de sol começaram a aparecer, não havia reparado que passara tanto tempo assim, minha vó estava prestes a acordar e eu tinha que voltar, prometi reencontrá-la mais tarde, dei suave beijo em Violet e olhei ela se afastar até perdê-la de vista, então voltei para meu quarto.
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Depois do almoço fui até a mansão de Violet, ela estava sentada na cadeira de descanso na varanda, como se estivesse me esperando, cheguei perto ao seu lado, mas ela não demonstrou nenhuma reação e eu não sabia o que dizer. De repente ela agarra o meu braço com uma mão, levei um enorme susto, ela riu da minha cara como se estivesse pregado uma peça:
- Hahaha, você devia ter visto a sua cara!
Me aliviei, nossa pareceu que meu coração ia sair pela boca com o susto, me ajoelhei ao lado da cadeira e beijei sua mão e segurei-a firmemente. Ela ficou em silêncio e abriu um doce sorriso para mim, acho que não tinha mais jeito, ela havia me dominado. Entretanto a paz momentânea passou, um suspiro antecedeu antes dela começar a falar:
- Christian, aquela história de ontem... Eu realmente preciso comer carne humana, mas certa parte de mim não me permite isso, é como se eu sentisse nojo de mim mesma fazendo tal ato, mas se eu continuar assim é inevitável eu começar a atacar as pessoas.
Fiquei pensativo, eu tinha que ajudá-la, afaguei Violet, tentei tranqüilizá-la e disse que eu daria um jeito nisso. Com isso passei o resto do dia com ela entre carinhos e carícias, mas tive que voltar para casa, minha vó deveria estar preocupada.
Em casa vi no jornal que um assassino estava atacando mulheres na cidade e logo me lembrei de Violet, se ela precisa se alimentar, que pelo menos seja com pessoas que devem mesmo morrer. Durante a madrugada peguei um revolver do meu falecido avô e sai escondido de casa, andei boa parte da noite procurando alguém suspeito, mas não encontrei.
Já estava amanhecendo quando vi um homem entrando nos fundos de uma casa, corri atrás dele e ele logo percebeu e saiu correndo. Consegui alcançá-lo pulando em suas costas e derrubando-o, ele pegou sua faca e apontou-a para mim, quando o suspeito avançou, consegui me esquivar e derrubá-lo novamente, fazendo-o perder sua faca, peguei o revolver e usei para bater em sua cabeça, ele desmaiou.
Peguei o homem e levei até a mansão, Violet se assustou, expliquei rapidamente à ela e ela me ajudou a colocá-lo no porão, prendemos ele numa cadeira que havia lá.
- Vi ele tentando entrar em uma casa quando estava amanhecendo, deve ser um tipo de assaltante e pensei que não deveria ser problema usar ele.
- Eu não pedi a sua ajuda, ele deve ter uma família, alguém que deve estar esperando ele! - ela respondeu relutante.
- Mas é um homem que certamente não presta, se ele fosse um homem de bem não iria atacar outras pessoas. Além de que você precisa se alimentar para evitar o pior...
Ela não tinha mais argumentos e resolveu aceitar, mesmo não querendo. Pedi para que ela saísse um pouco do porão, quando ela saiu eu peguei um pano e coloquei sobre a cabeça do homem e disparei com o revolver. Chamei Violet, ela disse que estava com vergonha e pediu para que eu esperasse fora do porão, aceitei e saí. Por algum estranho sentimento, sentia um certo ciúmes, mas era para o bem dela.
Horas depois ela saiu com a boca suja de sangue e um saco nas mãos com os restos do homem, já esperava por isso e a aguardava com um pano molhado para limpá-la, mas ela disse que iria tomar um banho e insisti em ajudá-la a se limpar. Fomos até o banheiro, havia uma banheira enorme, ela parecia me provocar, tirou seus sapatos e meias de costas para mim e olhou para mim colocando seu queixo próximo ao ombro como se me convidasse para ajudá-la tirar o vestido cor de champagne sujo de sangue, assim obedeci e ajudei-a tirar, estava apenas de cinta liga e sutiã, cor de champagne também.
Violet se virou com aquele pequeno sorriso encantador, seu corpo era como de uma manequim, a pele era como seda, tudo em proporções certas, um exemplo de perfeição para mim. Eu estava com medo de apressar as coisas, mas ela pediu para que eu tirasse seu sutiã e a cinta-liga, com receio eu acabei tirando, sem me aproveitar da situação, ela entrou na banheira e me agaixei perto da banheira, ajudando-a a limpar seu rosto angelical coberto de sangue.
De repente Violet pegou uma mão minha e beijou-a, deslizou até seus seios, que sensação senti, cheguei a tremer, mas com uma expressão triste disse:
- Aqui deveria bater um coração...
- Mas seu coração bate em mim e eu não preciso de mais nada.
Beijei-a ardentemente, não conseguia parar, meus pensamentos eram só dela, ela foi me puxando e acabei entrando na banheira de roupa, mas nem liguei, apenas precisava sentí-la naquele momento. Aos poucos fui me livrando de cada peça de minha roupa, até que fiquei nu e pude sentir seu corpo totalmente, era como se eu estivesse flutuando em uma nuvem. Comecei a acariciar seu pescoço, mas logo deslizei para os seios, desejava apalpá-la por inteiro, me ajeitei e fiquei sentado ao lado dela, pude saborear seus mamilos enquanto ouvia sua respiração ofegante.
Minhas mãos passeavam em sua cintura e pernas, até que pude sentir sua feminilidade, massageava suavemente enquanto beijava sua boca, duelando com sua língua, suas mãos passeavam pelas minhas costas me arranhando. Éramos como um só, cada vez mais ela juntava seu corpo ao meu, funcionávamos como uma orquestra em perfeita sintonia. Resolvemos sair da banheira por estarmos muito tempo lá, enxuguei seu corpo esguio e me enxuguei, peguei minha donzela nos braços e levei-a até a cama, onde a coloquei suavemente e dei um breve beijo como se fosse uma provocação.
Fiquei dando breves beijos em seus pés, pernas até chegar em sua feminilidade, incrível como tudo nela era lindo, comecei a beijá-la e lambê-la suavemente, ela tentava fechar suas pernas como reflexo da excitação e segurava meu cabelo fortemente, enquanto isso eu alisava suas pernas, barriga e seios até que ela suspirou:
- Te desejo, vem pra mim.
Seu rosto corado e sua respiração me deixavam mais apaixonado por ela, encostei meus lábios nos dela e ela começou me beijar de modo que quisesse sentir seu próprio sabor. Aos poucos fui penetrando Violet, seus gemidos me deixavam mais excitado, o tempo parecia parado, nós estávamos completamente em êxtase e nosso fogo apenas cessou quando já era tarde da noite.
sábado, 2 de agosto de 2008
Destino te levou
Os meus segredos
Os mesmos desejos
Tudo o que nos juntou
Não vai se acabar
Aquilo que fiz por mim
Sempre foi por você
E um dia terminar assim
Não pode acontecer
O destino te levou
Pra outro lugar
Sei que onde você for
Aqui sempre vai estar
Então espera por mim
Sei que a saudade dói
Mas não destrói
Aquilo que não tem fim
O tempo mostrará para nós
O tempo nos deixará a sós
E a sua voz
Que me queima por dentro
Mas se afasta com o vento
Ainda ecoa em mim
Os mesmos desejos
Tudo o que nos juntou
Não vai se acabar
Aquilo que fiz por mim
Sempre foi por você
E um dia terminar assim
Não pode acontecer
O destino te levou
Pra outro lugar
Sei que onde você for
Aqui sempre vai estar
Então espera por mim
Sei que a saudade dói
Mas não destrói
Aquilo que não tem fim
O tempo mostrará para nós
O tempo nos deixará a sós
E a sua voz
Que me queima por dentro
Mas se afasta com o vento
Ainda ecoa em mim
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